quarta-feira, novembro 11, 2009

Quarenta anos de internet

Já se vão quarentas anos de internet.
De lá para cá muita coisa mudou neste planeta, algumas impactaram positivamente em nossas vidas, outras não tão posivitas assim.
De la para cá, de todas as modificações que ocorreram na história da humanidade, diria que boa parte delas foram influenciadas pelo surgimento e crescimento contínuo da internet.
Dizem que nestes 40 anos, o mundo evoluiu mais que seus 400 anos anteriores. O mundo está evoluindo cada vez mais rápido e isso é por conta do surgimento da internet. As pessoas estão aprendendo mais, estão com mais acesso às informações e ao conhecimento. Estão se desalienando e até construindo conhecimentos coletivamente. O mundo sem fronteiras, onde se tornou possível fazer amizade com qualquer pessoa do mundo independente do lugar em que esteja.
Esse é um momento propício para voce mesmo avaliar qual foi o impacto da internet na sua própria vida. O que te fez melhor ou pior?
Acho que ela tem contribuído mais para melhorar do que piorar. Infelizmente teremos sempre os pontos negativos, que, na verdade, são compensandos pela significativa contribuição que ela trousse à humanidade e ainda vai trazer muito mais.

segunda-feira, agosto 31, 2009

Só os manipuladores tem interesse na desmoralização da política no Brasil

Escrevo aqui alguns pontos que achei interessante, na mensagem postada por Emir Sader, amigo de um amigo meu, no dia 31/08.

A imprensa, quando fala de política, alimenta o povo sempre com notícias ruins sobre seus péssimos comportamentos, que na verdade, não tem alterado em nada a composição do Parlamento, por exemplo. "Políticos acusados sistematicamente pela imprensa como pivôs de grandes escândalos – como Collor, Sarney, Renan, entre tantos outros – têm sido reeleitos sistematicamente". Por sua vez, a imprensa fala bem de si própria, e nunca, ou dificilmente aponta seus próprios erros. Coloca-se em um nível muito acima da política. Na minha opinião, ambas são, por enquanto, vistas por mim como "farinha do mesmo sado".
A imprensa fabrica a opinião pública e ultimamente, induz o povo a dar maior valor às grandes empresas (o mercado)e a desvalorizar a função política do Estado. O povo se acha entendido de tudo que transcorre no cenário político, por meio das informações que recebe da imprensa. E, por mais que esta fale mal de nossos políticos, todos os péssimos políticos continuam lá, nos corredores do Congresso e no Parlamento. Tem alguma coisa errada aí!
Estado e Congresso fracos significam mais espaço para se fortalecer o mercado, isto é, o espaço de domínio e controle das grandes empresas privadas. Veja que, a maior preocupação dos empresários atualmene, está no fato de que os maiores escândalos contemporâneos não se situam na esfera do Estado, mas nas grandes empresas privadas, como tem se tornado público muitos casos de algumas das maiores empresas privadas estarem envolvidas em corrupções.
Os grandes empresários "querem a política desmoralizada, em favor do mercado. O Estado mínimo, fraco, em favor da força das grandes empresas privadas. Um Congresso desmoralizado, para que não possa legislar sobre nada, deixando que as leis de oferta e de procura defina tudo na sociedade".
Quanto mais fraca estiver a nossa política (Congresso e Parlamento), mais espaço de influência terá o interesse dos grandes empresários nas decisões políticas. Fazendo com que o dinheiro do Estado esteja a favor dos seus cofres particulares.

sexta-feira, fevereiro 27, 2009

Apenas 10% das nossas células são verdadeiramente humanas

"O corpo humano contém cerca de 100 trilhões de células, mas apenas 10 trilhões delas são humanas. O restante pertence às entidades que chamam nosso corpo de "casa". No livro "Human Wildlife", de Robert Buckman, ele afirma que bacterias, além de uma variedade de vírus e outras criaturas parasíticas habitam todo o nosso corpo. Robert Buckman leva-nos através de um passeio pela vida dos vermes, bactérias, vírus e outras criaturas que vivem sobre e em nós."(www.metaefficient.com/book-reviews/human-wildlife.html )

Pois é, pelo que ele afirma, podemos deduzir então que nosso corpo não passa de um complexo sistema, mantido por bactérias e vírus, para garantir a sobrevivência e procriação delas próprias.

Imeginemos como se fóssemos um daqueles morrinhos de terra onde moram os cupins. Dentro deles existe todo um sistema para armazenamento de alimentos, alojamento dos seus líderes, áreas específicas para procriação e proteção dos filhotes, sistemas para o fluxo de água, tudo muito bem planejado e mantido por um trabalho constante, visando simplesmente a sobrevivência da espécie. Ou como as complexas e micro-cavernas das formigas, que também trabalham incessantemente pelo seu habitat e sua espécie.

Isso quer dizer então, que nosso corpo não nos pertence, certo? Não passamos de um "morrinho de cupin ambulante". Não passamos de uma unidade de sobrevivência para as bactérias e vírus.

O que nos resta então? - Se não somos feitos apenas de carne e ossos (que não nos pertence mesmo), o que realmente somos está na nossa alma, no nosso espírito. Somos verdadeiramente alma e espírito, fazendo uso de um corpo que não nos pertence.

Chegando a essa conclusão, fica fácil entender que para termos uma vida plena, feliz e gratificante, devemos buscar alimentar o nosso espírito e não a nossa carne. O espírito nos impele à vida, portanto precisamos alimentá-lo daquilo que o faz bem.

Deixemos a carne por conta de suas necessidades básicas e biológicas, alimentemos o espírito, alimentemos a mente, fortaleçamos com sabedorias e ensinamentos para a alma. Este é o segredo da verdadeira felicidade.
O corpo não nos pertence, é volátil e efêmero, o espírito é eterno e representa verdadeiramente quem realmente somos.